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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Carta do Zé Agricultor

A carta a seguir - tão somente adaptada por Barbasa Melo - foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário e diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89, detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.

Prezado Luis,
Quanto tempo; né?.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava. Lembra; né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada, o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra; né, Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver aí na cidade, que nem vocês. Não que seja ruim o sítio; aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade. Tô vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter, porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha; mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou, deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né .) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, e falaram que, se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas, tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo. Mas as vacas daqui não sabem os dias da semana e, aí, não param de fazer leite. Os bichos daí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama; só comprando outra, né Luis? O candeeiro, eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele.
Bom, Luis; tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas avisei pra ele que ele estava muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Foi o que eu pensei, mas eu acho que me enganei. É que, semana passada, me disseram que ele foi preso na cidade, porque botou um chocolate no bolso, tirado da prateleira de um supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele, e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia. Aí, eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia; isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava; hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros . Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô, Luis, aí, quando vocês sujam o rio, também pagam multa grande; né?
Agora, pela água do meu poço, eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, porque, quando vou na capital, nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vir fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo. Aí eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor, porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado, Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que, se eu for multado, eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade. Aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo; vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom, porque, com vocês, e só abrir a geladeira, que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca; é só abrir a geladeira, que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais, Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.

(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)

Recebi via e-mail

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Diálogo com um jovem à rasca

- Então, foste à manifestação da geração à rasca?

- Sim, claro.

- Quais foram os teus motivos?

- Acabei o curso e não arranjo emprego.

- E tens respondido a anúncios?

- Na realidade, não. Até porque de verão dá jeito: um gajo vai à
praia, às esplanadas, as miúdas são giras e usam pouca roupa. Mas de inverno é uma chatice. Vê lá que ainda me sobra dinheiro da mesada que os meus pais me dão. Estou aborrecido.

- Bom, mas então porque não respondes a anúncios de emprego?

- Err...

- Certo. Mudando a agulha: felizmente não houve incidentes.

- É verdade, mas houve chatices.

- Então?

- Quando cheguei ao viaduto Duarte Pacheco já havia fila.

- Seguramente gente que ia para as Amoreiras.

- Nada disso. Jovens à rasca como eu. E gente menos jovem. Mas todos à rasca.

- Hum... E estacionaste onde? No parque Eduardo VII?

- Tás doido?! Um Audi TT cabrio dá muito nas vistas e aquela zona é
manhosa. Não, tentei arranjar lugar no parque do Marquês. Mas estava cheio.

- Cheio de...?

- De carros de jovens à rasca como eu, claro. Que pergunta!

- E...?

- Estacionei no parque do El Corte Inglés. Pensei que se me
despachasse cedo podia ir comprar umas coisinhas à loja gourmet.

- E apanhaste o metro.

- Nada disso. Estava em cima da hora e eu gosto de ser pontual.
Apanhei um táxi. Não sem alguma dificuldade, porque havia mais jovens à rasca atrasados.

- Ok. E chegaste à manifestação?!


- Sim, e nem vais acreditar.

- Diz.

- Entrevistaram-me em direto para a televisão.

- Muito bom. O que disseste?

- Que era licenciado e estava no desemprego. Que estava farto de pagar
para as reformas dos outros.

- Mas, se nunca trabalhaste, também não descontaste para a segurança social.

- Não? Pois... não sei.

- Deixa-me adivinhar: és licenciado em Estudos Marcianos.

- F***-se! És bruxo, tu?

- Palpite. E então, gritaste muito?

- Nada. Estive o tempo todo ao telemóvel com um amigo que estava na
manifestação do Porto. E enquanto isso ia enviado mensagens para o Facebook e o Twitter pelo iPhone e o Blackberry.

- Mas isso não são aparelhinhos caros para quem está à rasca?

- São as armas da luta. A idade da pedra já lá vai.

- Bem visto.

- Quiriquiri-quiriquiri-qui! Quiriquiri-quiriquiri-qui!

- Calma, rapaz. Portanto despachaste-te cedo e ainda foste à loja gourmet.

- Uma merda! A luta é alegria, de forma que continuámos a lutar Chiado
acima, direitos ao Bairro Alto. Felizmente uma amiga, que é muito previdente, tinha reservado mesa.

- Agora os tascos do Bairro aceitam reservas?

- Chamas tasco ao Pap'Açorda?

- Errr... E comeram bem?

- Sim, sim. A luta é cansativa, requer energia. Mas o pior foi o
vinho. Aquele cabernet sauvignon escorregava...

- Não me digas que foste conduzir nesse estado.

- Não. Ainda era cedo. Nunca ouviste dizer que a luta continua? E
continuou em direcção ao Lux (Discoteca dos mauricinhos e patricinhas). Fomos de táxi. Quatro em cada um, porque é preciso poupar guito para o verão. Ah... a praia, as esplanadas, as miúdas giras e com pouca roupa...

- Já não vou ao Lux há algum tempo, mas com a crise deve estar meio morto, não?

- Qual quê! Estava à pinha. Muita malta à rasca.

- E daí foste para casa.

- Não. Apanhei um táxi para um hotel. Quatro estrelas, que a vida não
está para luxos.

- Bom, és um jovem consciente. Como tinhas bebido e...

- Hã?! Tu passas-te! A verdade é que conheci uma camarada de luta e...
bem... sabes como é.

- Resolveram fazer um plenário?

- Quê? Às vezes não te percebo.

- Costuma acontecer. E ficaram de ver-se?

- Ha! Ha! Ha! De ver-se, diz ele. Não estás a ver a cena. De manhã
chegámos à conclusão que ela era bloquista e eu voto no Portas. Saiu porta fora. Acho que foi tomar o pequeno-almoço à Versailles.

- Tu tomaste o teu no hotel.

- Sim, mas mandei vir o room service, porque ainda estava meio ressacado.

- Depois pagaste e...

- A crédito, atenção. Com o cartão gold do Barclays.

- ... rumaste a casa.

- Sim, àquela hora a A5 não tinha trânsito. Já não havia malta à rasca
a entupir o tráfego.

- Moras onde? Paço d'Arcos? Parede?

-
Passas-te, ou quê…!? Que horror! Não, não. Moro na Quinta da Marinha, numa casita modesta que os meus pais se vêem à rasca para pagar. Para a próxima levo-os comigo.



Recebido via e-mail
Acho este diálogo o "massimo!!!" E você?
Post aberto a discussões e/ou críticas.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lenços: Deixe-se envolver! - Moda - Máxima.pt

http://www.maxima.xl.pt/Moda/ModaDetalhe/tabid/307/itemId/2351/Default.aspx
 Recebo a newsletter da Revista Máxima por e-mail, como sempre, como o próprio nome sugere, está o máximo!
Achei uma graça essas dicas da Ana Seabra, ela explica-nos (com ilustração e tudo!) oito formas de usar um lenço a qual posto, espero que gostem e se inspirem assim como eu.

Quer seja na cabeça, ao pescoço ou na cintura, este acessório renova um coordenado e garante personalidade. ...
Por Ana Seabra - Revista Máxima



FITA
Dobre o lenço em faixa e ate atrás. Deixe as pontas soltas ou com um laço, de lado.
(Esboço Hermés. Lenço Asos. Lenço Asos. Lenço, Accessorize)






PIRATA
Dobre o lenço em triângulo. Una as pontas de lado, em laço.
(Esboço Hermés. Desfile Marni Primavera/Verão 2011. Sexo e a Cidade 2. Lenço, Louis Vuitton)






DIVADobre o lenço num triângulo. Trace no queixo e aperte atrás.
(Esboço Hermés. Desfile Marc Jacobs Primavera/Verão 2011. Desfile D&G Outono/Inverno 2007. Audrey Hepburn. Lenço, Bijou Brigitte)






TURBANTE
Dobre o lenço num triângulo. Ate na testa, e enrole a ponta debaixo do nó.
(Esboço Hermés. Imagem de arquivo. Lookbook Levi’s. Lenço, Zara)




GARGANTILHA
Dobre o lenço em faixa. Dê dois nós e voilà.
(Esboço Hermés. Lookbook Richard Nicoll Fred Perry. Lookbook Zara. Lenço, Bimba & Lola)






LADRA
Dobre o lenço num triângulo. Dê duas voltas e um nó que pode ser escondido por debaixo do triângulo.
(Esboço Hermés. Lookbook Stradivarius. Bonnie & Clyde. Lenço, Topshop)




ESCUTEIRA
Dobre o lenço numa faixa. E una à frente com um anel.
(Esboço Hermés. Topshop. Zara. Lenço, Miu Miu)





CINTO
Dobre numa faixa e aperte atrás ou de lado com dois nós. Pode acrescentar um cinto fino ou uma pregadeira ao lenço, para maior sofisticação.
(Esboço Hermés. Desfile Chanel Cruise 2011. Lookbook Zara. Lenço, Uterqüe)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os dez piores alimentos de todos os tempos

Os dez piores alimentos de todos os tempos

Curiosidade



Vocês sabiam que a retrete, ou melhor, a modesta sanita, sim, ela mesma, também tem o seu dia de celebração? Pois é! Caso não saibam, fiquem a saber: que o dia 19 de Dezembro é o dia mundial da sanita, ou, retrete para quem preferir, data em que ocorrem campanhas a alertar para a falta de sanitas e saneamento básico pelo Mundo fora. Interessante não é!? LoL:D

quinta-feira, 7 de abril de 2011

BÍBLIA SAGRADA, PROVÉRBIOS, 3 - Benefícios da sabedoria

1 Filho meu, não te esqueças do meu ensino, e o teu coração guarde os meus mandamentos,
2 pois eles aumentarão os teus dias, e te acrescentarão anos de vida e prosperidade.
3 Não te deixem o amor e a fidelidade; ata-os ao teu pescoço, e escreve-os na tábua do teu coração.
4 Então acharás graça e bom nome aos olhos de Deus e dos homens.
5 Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento;
6 reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.
7 Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.
8 Isto será saúde para o teu corpo, e refrigério para os teus ossos.
9 Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda;
10 então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares.
11 Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enojes da sua repreensão,
12 porque o Senhor corrige aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.
13 Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria, e o homem que adquire conhecimento, 14 pois ela é mais proveitosa do que a prata, e dá mais lucro do que o ouro.
15 Mais preciosa é do que os rubis; tudo o que podes desejar não se compara a ela.
16 Longura de dias há na sua mão direita; na sua esquerda riquezas e honra.
17 Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas são paz.
18 É árvore da vida para o que a abraçam; bem-aventurados são os que a retêm.
19 O Senhor com sabedoria fundou a terra, e com inteligência preparou os céus;
20 pelo seu conhecimento se fenderam os abismos, e as nuvens destilaram o orvalho.
21 Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos, guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso;
22 serão vida para a tua alma, e graça para o teu pescoço.
23 Então andarás seguro pelo teu caminho, e não tropeçará o teu pé;
24 quando te deitares, não temerás; quando te deitares, o teu sono será suave.
25 Não temas o pavor repentino, nem a assolação dos ímpios quando vier,
26 pois o Senhor será a tua esperança, e guardará os teus pés de serem presos.
27 Não retenhas o bem de quem o merece, estando na tua mão poder fazê-lo.
28 Não digas ao teu próximo: vai, volta mais tarde; dar-te-ei amanhã, tendo-o tu contigo.
29 Não maquines o mal contra o teu próximo, que habita contigo confiadamente.
30 Não contendas com alguém sem razão, se não te houver feito mal.
31 Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum dos seus caminhos.
32 pois o perverso é abominação para o Senhor, mas com os sinceros está o seu segredo.
33 A maldição do Senhor habita na casa do ímpio, mas a morada dos justos ele abençoa.
34 Ele escarnece dos escarnecedores, mas dá graças aos humildes.
35 Os sábios herdam a honra, mas os loucos tomam sobre si a vergonha.

Procuremos obter sabedoria e conhecer o amor, para que a luz se faça presente constantemente.

Em busca de uma incógnita

As pessoas tentam correr contra o tempo, ultrapassam barreiras, pisoteiam uns tantos, em busca de quê realmente?

terça-feira, 5 de abril de 2011

Meia Noite

Meia noite de segunda para terça-feira,  e, acabo de "inaugurar" o Mix Empório. Estou feliz! Espero ter tempo suficiente para mantê-lo bem fresquinho, como a brisa de uma manhã no campo, ainda com árvores, preferencialmente. I love nature!!!

Espero amanhã estar mesmo melhor do pé torcido. Eu sei que poderia ter sido pior, mas andar à Saci-Pererê há 12 dias não é brincadeira.

A propósito, olha só ele ai gente!

Bons sonhos!

Enigma Sitting On The Moon - Enigma

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